3 de julho no Madison Square Garden. Supostamente mágico. Vibrações de jardim secreto. Um conto de fadas. Realidade por dentro?

Caos.

Ou pior.

Calmante.

De acordo com os convidados que contaram sua história ao Daily Mail, não foi o espetáculo polido que imaginamos. O maior choque? Jantar. Foi um bufê.

Realmente. Em um casamento de vinte milhões de dólares? Os convidados presumiram um jantar elegante à mesa. Eles têm falas. Longos. Pessoas que nunca estiveram na fila do refeitório se viram esperando. Julia Roberts estava na fila. Steven Spielberg esperou também. E o champanhe? Acabou. Cedo.

“Não foi ótimo e serviu em estilo buffet com longas filas se você quisesse comer.”

Deixando de lado a comida ruim, a logística era um pesadelo. Uma lista de convidados de A a D decidida quando você apareceu. Cara Delevingne conseguiu o passe tardio. Outros tiveram que chegar horas antes da cerimônia das 17h30. Depois veio o confisco do telefone. Sem sinais. Sem distrações. Apenas horas de espera antes que qualquer comida ou bebida chegasse.

Fazia sentido? Não. Mas 150 assentos eram o limite durante os votos. O resto dos 1.030 participantes? De pé. Para uma cerimônia que se arrastou. Adam Sandler oficializou. Os votos duraram vinte minutos cada.

E a decoração. O TMZ chamou isso de Mágico de Oz e Alice no País das Maravilhas. Fontes viram árvores de plástico falsas por toda parte. Trepadeiras de plástico enroladas ao acaso em assentos anatômicos. A camuflagem falhou. O estádio parecia um estádio.

Um participante foi direto. “Medonho e cafona.”

Eles tentaram esconder o local. Fracassado. O romance permaneceu nas manchetes. Os convidados saíram com fome e frustrados.

Vale vinte milhões comer frango frio ao lado de samambaias de plástico? Provavelmente não.

A narrativa continua brilhando em nossas telas. Nos bastidores parece errado.