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YouTube reforça o controle dos pais para reduzir o tempo de tela dos adolescentes

YouTube reforça o controle dos pais para reduzir o tempo de tela dos adolescentes

O YouTube lançou esta semana controles parentais expandidos projetados para ajudar a limitar quanto tempo os adolescentes passam em seu popular recurso de vídeo Shorts. A medida surge no momento em que aumentam as pesquisas que mostram os potenciais efeitos negativos do uso excessivo das redes sociais no bem-estar mental e emocional dos jovens.

Por que isso é importante

Quase todos os adolescentes usam o YouTube, de acordo com uma pesquisa recente do Pew Research Center. Cerca de 20% relatam estar em plataformas como YouTube e TikTok “quase constantemente”. Essa exposição constante está ligada a uma série de problemas, incluindo ansiedade, depressão e sobrecarga cognitiva. As novas ferramentas dão aos pais controle direto sobre o tempo de tela de seus filhos na plataforma, abordando preocupações sobre comportamentos viciantes de rolagem.

Novos recursos e como eles funcionam

A atualização mais significativa permite que pais com contas supervisionadas definam limites de tempo para visualização de Shorts. Notavelmente, os pais agora podem definir esse limite para zero, bloqueando totalmente o acesso ao recurso. O YouTube chama isso de recurso “pioneiro no setor”. A plataforma também enfatiza a flexibilidade dos controles, sugerindo que os pais podem ajustar os limites com base nas rotinas diárias, como restringir o acesso durante os deveres de casa ou tarefas domésticas, mas permitir isso durante as viagens.

Abordando preocupações sobre “podridão cerebral”

Os pesquisadores alertaram sobre os efeitos da rolagem interminável, descrevendo-a como levando à “dessensibilização emocional, sobrecarga cognitiva e autoimagem negativa”. A questão subjacente são os ciclos de feedback impulsionados pela dopamina, incorporados em plataformas de vídeo de formato curto, que podem contribuir para o vício e problemas de saúde mental.

Para combater esta situação, o YouTube também está a rever os seus algoritmos de recomendação para dar prioridade a vídeos que promovam “curiosidade e inspiração”, “competências para a vida” e “informação credível” – uma mudança destinada a orientar os adolescentes para conteúdos mais construtivos.

O que isso significa para pais e adolescentes

As mudanças no YouTube reflectem a pressão crescente sobre as empresas tecnológicas para abordarem o impacto das redes sociais nos jovens. Embora alguns adolescentes possam resistir ao aumento das restrições, a plataforma está a posicionar estas ferramentas como uma forma de os pais ajudarem os seus filhos a desenvolver hábitos digitais mais saudáveis.

Ao colocar controlos firmes nas mãos dos pais, o YouTube está a dar um passo no sentido de reconhecer o potencial viciante da sua plataforma e de oferecer soluções para mitigar as suas consequências negativas.

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